A
palavra vem do latim: piscina, que deriva de pisci = peixe. O termo
soa aos nossos ouvidos como uma promessa de relaxamento e frescor.
Destinada à natação, mergulhos, hidroginástica ou mera recreação,
a piscina já virou item quase indispensável em residências de
pequeno e médio porte. Motivo de alegria dos filhos, netos, amigos
ou simplesmente peça de decoração do jardim, a piscina requer
cuidados adequados com a água a fim de evitar danos à saúde.
Entre
os problemas de saúde associados ao uso de piscinas que não recebem
o tratamento adequado da água - piscina pública, de condomínio ou
mesmo particular frequentada por muitas pessoas - estão: pé de
atleta, dermatites, micoses, conjuntivites, hepatite, inflamações
nos ouvidos, nariz e olhos. A fim de administrar tais riscos é
preciso adotar certas medidas: observação
diária das condições da água, verificando o nível do
pH e cloração da água.
É
necessário realizar a limpeza física todos os dias, removendo
folhas e materiais suspensos na superfície e depositados no fundo da
piscina. Depois, utilizando o kit teste, é preciso medir e regular a
alcalinidade e o nível de pH da água. A partir daí, deve-se
aplicar o algicida, uma vez por semana, que evita a concentração e
aparecimento de algas. Caso a piscina já esteja infestada de algas
usa-se o tratamento de choque, pondo algicida + clarificante e
aspirando o fundo 24 horas depois.
Importante
– O pH ideal deve estar entre 7.2 e 7.6. Caso
contrário a água fica ácida demais, o que pode causar irritação
nos olhos e coceira na pele dos banhistas, além de favorecer a
corrosão, atacando os rejuntes metais da piscina. A temperatura
ideal da água é de 24 °C para adultos e 26°C para crianças de
até cinco anos. Acima de 29°C causa desconforto e favorece o
crescimento microbiano (algas, bactérias etc).
Ozônio
no tratamento da água
O
ozônio é mais potente que o cloro, é natural (O²) e se aplicado
corretamente tratará a água sem deixar vestígios, eliminando
desconfortos causados pelas cloraminas, como ardência nos olhos,
pele e cabelos ressecados. Também evita que problemas como renite
ou alergias sejam potencializados, já que o real causador destes
sintomas são as cloraminas, resultados da reação do cloro com a
matéria orgânica (micro-organismos, suor, urina etc) presente na
água.
Atualmente
o ozônio tem sido a opção de tratamento da água de piscinas em academias, clubes e
escolas onde é alta a frequência de usuários, mas o uso tem
crescido também nas residências graças a redução dos custos. Um
gerador de ozônio para piscinas custa entre R$ 1,6 mil (tanque de 15
mil litros) e R$ 2,0 mil (tanque de 45 mil litros).

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